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Inadimplência registra segundo mês consecutivo de queda, aponta Serasa

Apesar da queda, o Tocantins apresentou leve aumento no número de inadimplentes

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Os dados de junho do Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas, principal indicador de inadimplência do Brasil, segue a tendência de desaceleração apresentada no mês anterior. Essa é a segunda retração consecutiva, o que representa menos 918 mil brasileiros no cadastro de negativação, contabilizando uma redução de 1,25% nos últimos 60 dias.

Com 72,50 milhões de inadimplentes – contra os 72,54 milhões de maio –, o país contabiliza 273 milhões de dívidas, que, somadas, alcançam a marca de R$ 397 bilhões.

“Essa é a primeira vez no ano que registramos duas quedas da inadimplência em sequência”, afirma Aline Maciel, gerente do Serasa Limpa Nome. “A continuidade do calendário de restituição de imposto de renda pode ser um dos fatores que contribuem com essa queda. A injeção de dinheiro no mercado e outros indicadores econômicos, como a redução da taxa de desemprego nos últimos meses, podem continuar influenciando o indicador de forma positiva”.

As dívidas com Bancos e Cartões de Crédito seguem como o principal motivo para o endividamento, com 29,16% do total de dívidas dos inadimplentes. Em segundo lugar aparecem as contas básicas de água, luz e gás (21,85%), que, por sua vez, registraram uma queda em relação ao mês anterior, com diminuição de 1,25 pontos percentuais.

O Tocantins registrou em junho 547.740 mil pessoas inadimplentes, o que corresponde a 45,74% da população. Em maio eram 545.114 mil pessoas. O valor médio da dívida por inadimplente no Tocantins é de R$ 4.624,89. O setor de bancos e cartões aparece com maior percentual de dívidas no estado, 22,81%. Na sequência aparece o varejo 21,57%, utilities (contas de água, luz e gás) com 19,27% e serviços 13,36%.

No Tocantins, entre os devedores, os homens são os mais inadimplentes 53,5% e as mulheres 46,5%. Em relação à faixa etária a maior parte das dívidas está concentrada na população entre 41 e 60 anos, 35%, seguido dos que têm entre 26 e 40 anos (34,6%), pessoas acima dos 60 anos (17,2%) e os que têm até 25 anos (13,1%).

 

 

 

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