Economia

Economia (28)

13 Dec 2017

A pesquisa Expectativa de Consumo para o Natal, realizada pelo Instituto Fecomércio Tocantins, mostrou que a maioria dos entrevistados em Palmas, Araguaína e Gurupi pretendem comprar os presentes natalinos nas lojas do comércio de rua. A pesquisa foi realizada no mês de novembro, com cerca de 1200 pessoas.

Além do comércio de rua, foram apontadas as seguintes opções: shopping, internet, camelô, supermercados e feiras. A análise completa está disponível no endereço www.institutofecomercioto.com.br/pesquisas. Também nos três municípios pesquisados, houve unanimidade na escolha da quantidade: no máximo dois presentes.

Os três itens mais procurados para as compras natalinas são as peças de vestuário, brinquedos e calçados. A pesquisa aponta, ainda, interesse na compra de joias, celulares e eletrônicos, móveis e até materiais de construção. Entre as três cidades, Araguaína foi a que apresentou a maior intenção de compras, com 82,1% dos entrevistados, seguida de Gurupi, com 44,4% e Palmas, com 27,1%.

Já os itens considerados decisivos no momento da compra foram diferentes para cada cidade. Em Palmas, a maioria dos entrevistados (33%) deram destaque ao atendimento. Em Gurupi, 42,7% afirmaram que o desconto no preço é essencial, já para os araguainenses (25,8%) são as promoções que influenciam na hora de escolher o presente ideal. O ticket médio este ano não deve ultrapassar os R$ 150,00 e o dinheiro deve ser a forma de pagamento preferida para os presentes deste Natal.

Turismo

As viagens têm ganhado cada vez mais espaço no orçamento dos tocantinenses. Para esta data comemorativa, 51,7% dos palmenses, 39,1% dos gurupienses e 38% dos araguainenses pretendem pegar a estrada. Nas três cidades, a maioria dos consumidores deseja viajar para outros estados.

09 Dec 2017

 

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) subiu 0,48% em novembro, ficando 0,32 ponto percentual acima dos 0,16% de outubro. Os dados foram divulgados hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que com a alta de novembro os custos da construção fecharam o mês com um resultado acumulado no ano de 3,64%, em relação ao mesmo período de 2016.

Segundo o IBGE, essa foi a segunda maior taxa do ano, atrás apenas dos 0,58% de julho. Já o acumulado nos últimos 12 meses ficou em 4,15%, acima dos 3,75% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro do ano passado o índice foi 0,1%.

Com a alta de novembro, o custo nacional do metro quadrado na construção passou de R$ 1.059,68, para R$ 1.064,76, sendo R$ 544,19 relativos aos materiais e R$ 520,57 à mão de obra.

A parcela dos materiais de construção apresentou a maior variação observada no ano (0,67%), subindo 0,47 ponto percentual em relação à taxa do mês de outubro (0,2%). Em relação à taxa negativa registrada em novembro do ano passado (0,06%), a alta foi ainda mais significativa, de 0,73 ponto percentual. Neste caso, a variação da parcela da mão de obra foi de 0,28%, superior à do mês anterior (0,12%). Já em relação a novembro de 2016, o índice se manteve estável (0,27%).

Centro-Oeste

Em novembro, pelo segundo mês consecutivo, a Região Centro-Oeste apresentou a maior variação regional, devido novamente à alta na parcela dos materiais nos três estados, além da variação captada na mão de obra em Mato Grosso, consequência de reajuste salarial de 0,94% decorrente do acordo coletivo da categoria.

No mês, todas as regiões apresentaram índices positivos: 0,34% (Norte), 0,51% (Nordeste), 0,47% (Sudeste) e 0,2% (Sul). Os custos regionais, por metro quadrado, foram de R$ 1.066,13 (Norte); R$ 988,82 (Nordeste); R$ 1.110,09 (Sudeste); R$ 1.103,97 (Sul) e R$ 1.081,84 (Centro-Oeste).

07 Dec 2017

 

Pressionado pela elevação dos preços ao produtor e ao consumidor, o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 0,7 ponto percentual de outubro para novembro, as passar de 0,1% para 0,8%. Em novembro do ano passado a taxa ficou em 0,05%.

Ainda assim, a inflação medida pelo IGP-DI acumula, em 2017, variação negativa de 1,15% e de -0,33% nos últimos doze meses. Os dados relativos ao IGP-DI foram divulgados hoje (7), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Em novembro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 1,06%, depois de ter fechado outubro com deflação de 0,03%. O índice relativo a Bens Finais fechou novembro em 0,61%, alta de 0,3 ponto percentual em relação a outubro, quando o índice ficou em 0,29%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de 1,06% para 10,02%.

O índice de Bens Finais, que exclui alimentos in natura e combustíveis para o consumo, repetiu a taxa do mês anterior, de 0,32%. Já o índice do grupo Bens Intermediários subiu de 1,22% em outubro para 1,98%, em novembro. O principal responsável pelo avanço foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 0,54% para 7,02%. O índice de Bens Intermediários, que exclui combustíveis e lubrificantes para a produção, apresentou variação de 1,19%. No mês anterior, a variação foi de 1,33%.

O índice para Matérias-Primas Brutas variou de -1,92% em outubro, para 0,52%, em novembro. Os destaques foram: minério de ferro (-12,35% para -3,75%), leite in natura (-7,49% para -1,10%) e mandioca (1,49% para 6,37%).

Preços ao Consumidor

No que diz respeito ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC), a FGV registrou variação de 0,36% em novembro, com alta de 0,03 ponto percentual em relação aos 0,33% em outubro.

Ainda assim, três das oito classes de despesa que compõem o índice subiram, com destaque para o grupo Transportes, que passou de 0,08% para 0,8%. Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de -0,18% para 3,17%.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Educação, Leitura e Recreação (de -0,12% para 0,33%) e Habitação (de 0,7% para 0,77%). Nestas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: passagem aérea (-6,88% para 3,88%) e tarifa de eletricidade residencial (3,37% para 3,98%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos: Alimentação (0,24% para -0,26%), Despesas Diversas (0,32% para 0,08%), Comunicação (0,55% para 0,40%), Vestuário (0,05% para 0,01%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,42% para 0,39%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação.

De acordo com a FGV, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em novembro, a mesma taxa de variação do mês anterior (0,31%). O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou taxa de 0,63%, contra 0,67% do mês anterior; enquanto o índice para o custo da Mão de Obra passou de 0,01% em outubro para 0,05% em novembro.

07 Dec 2017

Pela décima vez seguida, o Banco Central (BC) baixou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu hoje (6) a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, de 7,5% ao ano para 7% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a redução de hoje, a Selic atinge o menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano, anteriormente o nível mais baixo da história, e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Somente em outubro do ano passado, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

Apesar do corte, o Banco Central está afrouxando menos a política monetária. De abril a setembro, o Copom havia reduzido a Selic em 1 ponto percentual. O ritmo de corte caiu para 0,75 ponto em outubro e 0,5 ponto na reunião de hoje. Em nota, o BC informou que a inflação está se comportando como o esperado e indicou que pode continuar a cortar os juros básicos na próxima reunião do Copom, no fim de janeiro.

“Para a próxima reunião, caso o cenário básico evolua conforme esperado, e em razão do estágio do ciclo de flexibilização, o Comitê vê, neste momento, como adequada uma nova redução moderada na magnitude de flexibilização monetária. Essa visão para a próxima reunião é mais suscetível a mudanças na evolução do cenário e seus riscos que nas reuniões anteriores. Para frente, o Comitê entende que o atual estágio do ciclo recomenda cautela na condução da política monetária”.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,42% em outubro. Nos 12 meses terminados em outubro, o índice acumula 2,7%, abaixo do piso da meta de inflação, que é de 3%.

Até o ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecia meta de inflação de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Para este ano, o CMN reduziu a margem de tolerância para 1,5 ponto percentual. A inflação, portanto, não poderá superar 6% neste ano nem ficar abaixo de 3%.

No Relatório de Inflação, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2017 em 3,2%. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,03%, mesmo com os aumentos recentes nos preços dos combustíveis.

Até agosto do ano passado, o impacto de preços administrados, como a elevação de tarifas públicas; e o de alimentos como feijão e leite contribuiu para a manutenção dos índices de preços em níveis altos. De lá para cá, no entanto, a inflação começou a cair por causa da recessão econômica e da queda do dólar.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos projetam crescimento de 0,89% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2017. A estimativa está superior à do último Relatório de Inflação, divulgado em setembro, no qual o BC projetava expansão da economia de 0,7% este ano.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação.

Pela décima vez seguida, o Banco Central (BC) baixou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu hoje (6) a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, de 7,5% ao ano para 7% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a redução de hoje, a Selic atinge o menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano, anteriormente o nível mais baixo da história, e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Somente em outubro do ano passado, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

Apesar do corte, o Banco Central está afrouxando menos a política monetária. De abril a setembro, o Copom havia reduzido a Selic em 1 ponto percentual. O ritmo de corte caiu para 0,75 ponto em outubro e 0,5 ponto na reunião de hoje. Em nota, o BC informou que a inflação está se comportando como o esperado e indicou que pode continuar a cortar os juros básicos na próxima reunião do Copom, no fim de janeiro.

“Para a próxima reunião, caso o cenário básico evolua conforme esperado, e em razão do estágio do ciclo de flexibilização, o Comitê vê, neste momento, como adequada uma nova redução moderada na magnitude de flexibilização monetária. Essa visão para a próxima reunião é mais suscetível a mudanças na evolução do cenário e seus riscos que nas reuniões anteriores. Para frente, o Comitê entende que o atual estágio do ciclo recomenda cautela na condução da política monetária”.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,42% em outubro. Nos 12 meses terminados em outubro, o índice acumula 2,7%, abaixo do piso da meta de inflação, que é de 3%.

Até o ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecia meta de inflação de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Para este ano, o CMN reduziu a margem de tolerância para 1,5 ponto percentual. A inflação, portanto, não poderá superar 6% neste ano nem ficar abaixo de 3%.

Saiba Mais
CNI defende aprovação da reforma da Previdência para manter juros baixos
Inflação

No Relatório de Inflação, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2017 em 3,2%. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,03%, mesmo com os aumentos recentes nos preços dos combustíveis.

Até agosto do ano passado, o impacto de preços administrados, como a elevação de tarifas públicas; e o de alimentos como feijão e leite contribuiu para a manutenção dos índices de preços em níveis altos. De lá para cá, no entanto, a inflação começou a cair por causa da recessão econômica e da queda do dólar.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos projetam crescimento de 0,89% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2017. A estimativa está superior à do último Relatório de Inflação, divulgado em setembro, no qual o BC projetava expansão da economia de 0,7% este ano.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação.

06 Dec 2017

A capital tocantinense registrou aumento no número de endividados, saltando de 66,8% dos consumidores entrevistados em outubro para 69,1%, em novembro. Apesar do endividamento ter crescido, a inadimplência caiu na comparação mensal, passando de 15,1% para 14,6%.

“Tanto o aumento no número de endividados quanto a diminuição na quantidade de consumidores que têm contas em atraso são reflexos de uma realidade nacional”, comenta o presidente do Sistema Fecomércio Tocantins, Itelvino Pisoni.

Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), que é divulgada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em parceria com a Fecomércio Tocantins.

Entre os inadimplentes, 0,2% afirmaram que não terão condições de quitar as contas em atraso no próximo mês. Sobre o principal tipo de dívida, os três mais recorrentes continuam nas planilhas dos palmenses: 75,8% apontam o cartão de crédito, 25,5% indicam o financiamento de automóveis e 23,9%, os carnês.

A pesquisa mostrou, ainda, que o tempo médio de atraso das contas é de 45 dias. Os consumidores passam cerca de 8 meses comprometidos com dívidas e empenham 33% de sua renda com contas.

A pesquisa completa está disponível no site www.institutofecomercioto.com.br.

02 Dec 2017

Com a proximidade do fim do ano, e uma sucessão de aumentos no índice de confiança dos empresários palmenses, a intenção de contratar funcionários e de investir nas empresas cresceu em novembro, em relação ao mês anterior.

Entre os comerciantes entrevistados, 60,6% afirmam ter pretensão de contratar mais colaboradores e 48,3% pretendem investir mais nas empresas. Em outubro, os números eram 59,9% e 42,4%, respectivamente.

Quase 80% dos empresários afirmaram que as expectativas para a economia brasileira estão melhores, 85% estão otimistas em relação ao setor do comércio e 90,3% deram respostas positivas sobre as expectativas para as empresas.

Já em relação às condições atuais, 74,4% afirmaram que a situação da economia está pior, 69,2% também responderam negativamente em relação ao setor e 49,1% estão pessimistas quanto suas empresas.

Índice geral

O indicador geral da pesquisa Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) chegou a 108,2 pontos, 1,7% maior que o resultado de outubro (106,4 pontos) e 2,3% superior ao de novembro do ano passado (105,8 pontos).

A pesquisa é divulgada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em parceria com a Fecomércio Tocantins.

Essa avaliação é feita por meio dos itens questionados na pesquisa, que são transformados em indicadores e variam de 0 a 200 pontos. Até 100 pontos, a avaliação dos empresários demonstra uma visão de insatisfação. Acima de 100 pontos, a análise reflete uma situação satisfatória.

 

A pesquisa completa está disponível no site www.institutofecomercioto.com.br.

28 Nov 2017

O Tocantins vem mantendo um saldo positivo no número de empregos formais desde o início de 2017. O mês de outubro manteve a tendência e registrou 5.419 admissões de trabalhadores contra 4.740 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 679 empregos formais.

Segundo o Observatório do Trabalho do Tocantins, o Estado obteve a segunda melhor posição em saldo de empregos formais no mês de outubro entre os estados da Região Norte. O Tocantins ficou atrás somente do Amazonas. O Observatório do Trabalho é o órgão responsável por informar e analisar os números referentes ao mercado de trabalho, que são divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

De janeiro a outubro de 2017, o saldo acumulado foi de 5.162 novos postos de trabalho, em um panorama de 59.302 admitidos e 54.140 desligados.

Os números apresentados em outubro de 2017 apontam para um crescimento de 592,86% em comparação com outubro do ano passado, quando o saldo de vagas foi de 98, conforme análise do responsável pelo Observatório, Rairivaldo Novaes Kós Araújo.

Cidades com melhor desempenho

Do saldo de 679 empregos, 328 foram ocupados em Paraíso do Tocantins, resultando no melhor saldo empregatício, alavancado principalmente pelo setor da Construção Civil, que foi impulsionado, sobretudo, pela pavimentação asfáltica dos trechos das rodovias TO-444 e TO-447, que ligam Paraíso a Chapada de Areia.

Palmas apresentou um saldo de 142 empregos, seguida por Araguaína com saldo de 74 postos de trabalho.

Os setores de atividade com melhores desempenhos foram comércio, construção civil e agropecuária.

28 Nov 2017

 

A Demanda por Crédito do Consumidor caiu 3,3% em outubro (expurgados os efeitos sazonais), de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Na avaliação interanual, outubro apresentou diminuição de 1,8%, enquanto nos valores acumulados em 12 meses (novembro de 2016 até outubro de 2017 frente aos 12 meses antecedentes) houve desaceleração da queda (aumento de 1,0 p.p. frente ao resultado de setembro), atingindo -2,7%.

Considerando os segmentos que compõem o indicador, na avaliação em 12 meses ainda é possível observar nas instituições financeiras uma retração de 6,1%, enquanto para o segmento não-financeiro a retração é um pouco menos intensa, de 0,3%.

Com a melhoria da atividade econômica, a propensão ao consumo inicia um movimento de recuperação, fator que colabora para a elevação da demanda por crédito por parte dos consumidores – evidenciado principalmente pelo melhor desempenho do setor não-financeiro. Ademais, com as recentes melhorias nas perspectivas de juros e inflação, espera-se para os próximos meses retomada mais consistente do indicador, que poderá atingir níveis positivos até o término de 2017.

14 Dec 2016

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