Agronegócios

Agronegócios (19)

17 كانون2 2018

Os produtores rurais tocantinenses terão que fazer o recadastramento obrigatório para atualização de dados pessoais e da propriedade rural em 120 dias, contados a partir da publicação da Instrução Normativa (IN) nº 001, do dia 10 de janeiro de 2018. A medida faz parte das estratégias para retirada da vacinação contra febre aftosa, previstas no plano nacional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O Tocantins, conta com aproximadamente 78.692 propriedades rurais.

A regularização dos dados servirá para que a Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) tenha um panorama real da atualidade, uma vez que há produtores que deixaram a atividade e não comunicaram a Agência ou até mesmo aqueles que faleceram e a família não deu baixa na ficha. “A atualização cadastral visa ainda à melhoria das ações de defesa agropecuária, com o aperfeiçoamento do sistema, agilidade nas atividades, segurança e mais eficiência”, avalia a presidente em exercício da Adapec, Márcia Helena da Fonseca.

As novas normas também exigem que o produtor, ao encerrar a atividade, comunique a Adapec. "É uma forma de evitarmos fraudes e deixarmos o Sistema Informatizado de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins [Sidato] atualizado”, disse a gerente de avaliação, controle e fiscalização animal da Agência, Laudicéia Teles, acrescentando que outra novidade diz respeito ao cadastro de novas propriedades, que a partir do momento da sua solicitação, serão visitadas pela Agência no prazo de 15 dias, para ser checado a veracidade das informações prestadas, para então ser efetivado o cadastro.

Para efetuar o recadastramento, o produtor deve procurar a Agência, onde a propriedade rural está localizada, munido da documentação pessoal e a do imóvel. O criador que não o fizer terá sua ficha bloqueada para movimentação de qualquer espécie animal e finalidade, até a regularização.

A relação da documentação necessária está disponível nos escritórios da Adapec ou pelo site www.adapec.to.gov.br. Para obter mais informações, o produtor também pode ligar para o número 0800 63 11 22.

15 كانون2 2018

Termina nesta segunda-feira, 15, o prazo estabelecido pela Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) para a janela de plantio da soja sequeiro no Tocantins para a Safra 2017/2018, que teve início no dia 1º de outubro. A medida adotada visa o controle da ferrugem asiática na cultura da oleaginosa. No Estado, as condições fitossanitárias das lavouras estão controladas.

Outra informação importante é sobre o prazo para o cadastramento obrigatório, das propriedades e áreas produtoras de soja. “Este prazo encerrará no dia 22 de janeiro, que será o quinto dia útil após o prazo final da janela de plantio”, explicou o responsável técnico pelo Programa de Grandes Culturas, Cleovan Barbosa Pinto.

Para fazer o cadastro, o sojicultor deve procurar o escritório da Adapec do município onde está a área plantada e preencher o formulário, ou se preferir, pode acessar o site www.adapec.to.gov.br/areavegetal, preencher as informações e entregar na Agência. Nesta safra, começa a ser cobrada a taxa de R$ 50 até 100 hectares e R$ 0,25 por acréscimo de área (ha), referente ao monitoramento da ferrugem asiática da soja e outras pragas de interesses econômicos, bem como, o vazio sanitário. “O produtor deverá emitir o Dare [Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais] no site www.sefaz.to.gov.br, e efetuar o pagamento para finalizar o cadastro”, explicou Cleovan Barbosa.

A vice-presidente da Adapec, Márcia Helena da Fonseca, disse que a medida adotada pela Agência é fundamental para o controle da ferrugem asiática. “Na última safra, a Adapec realizou o monitoramento de pragas em mais de mil propriedades no Tocantins no intuito de mantermos o controle da ferrugem asiática e outras pragas que afetam a soja, mas é importante que os produtores realizem o cadastro das suas áreas plantadas e fiquem atentos, ao prazo final da janela de plantio, pois estas medidas ajudam também no controle da praga”, pontuou Márcia Helena.

“As pragas ganham resistência quando não quebramos o seu ciclo, e para evitarmos que isso aconteça foi estabelecido, por meio de portaria, a calendarização do plantio, pois antes da medida corria o risco do produtor fazer mais de uma semeadura por safra e isso aumenta o risco de surgimento da ferrugem asiática e de outras pragas, consequentemente, aumenta também o número de aplicações de produtos fitossanitários, o custo de produção e ainda coloca em risco a eficiência dos produtos disponíveis”, disse o gerente de Sanidade Vegetal da Adapec, Marley Camilo.

05 كانون2 2018

 

O mês de janeiro é tradicionalmente período de férias para boa parte da população, que procura balneários e atividades de lazer, entre elas a pesca. Por isso, nesta sexta-feira, 5, o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) lembra que continuam suspensas, em todo território tocantinense, as licenças de pesca, tanto profissional como a da modalidade amadora. O período de piracema no Estado se estende até o próximo dia 28 de fevereiro, as operações de fiscalização continuam sendo realizadas e serão intensificadas.

No período de defeso, mesmo a pesca amadora, aquela que tem finalidade exclusiva de lazer ou recreação, não é permitida, pois oferece riscos às espécies em estágio de reprodução, que podem comprometer a proteção da ictiofauna, uma vez que nessa modalidade também ocorre o uso de equipamentos como anzol, chumbada, linha, vara, caniço, molinete, carretilha ou similar, iscas artificiais e naturais, seja embarcada ou desembarcada.

Então todo ano, o intervalo de cerca de 90 dias, que compreende o período de 1º de novembro a 28 de fevereiro, prevalece o período popularmente conhecido como piracema. Durante a temporada de suspensão da pesca, somente pescadores artesanais e os ribeirinhos, podem retirar a quantidade de peixe destinada ao próprio consumo.

O presidente do Naturatins, Herbert Brito Barros (Buti) afirma que em 2017 o Instituto executou estratégias administrativas para oferta do apoio logístico, tecnológico e de equipamentos específicos, necessários ao atendimento das demandas do trabalho de campo, priorizando a segurança das equipes e o sucesso das ações. "Durante todo o ano buscamos ativar recursos, firmar parcerias e recebemos a colaboração de equipes e equipamentos de órgãos ambientais que abraçaram, com muita seriedade e compromisso, essa missão que é de todos nós, do Estado, dos municípios e da população, em defesa de nossos recursos naturais", relatou.

Herbert Brito enfatizou que o Naturatins trabalha para erradicar a pesca predatória no Estado. "Além da fiscalização, nós realizamos um trabalho de sensibilização e envolvimento das comunidades e dos municípios para a redução de crimes ambientais, e esperamos colher melhores resultados em 2018 e nos próximos anos, rumo à erradicação da pesca predatória, de instalações impróprias as margens dos rios, da falta de licenças e do descarte indevido do lixo. Para alcançarmos destaques nacionalmente positivos, como foi a redução do desmatamento", concluiu o presidente.

O diretor de Proteção e Qualidade Ambiental do Instituto, Aldaires Pacheco, esclarece que as fiscalizações são mantidas, durante todo o ano, com o intuito de orientar o cidadão, reduzir as ocorrências e evitar a penalização por motivo de pesca predatória e outros crimes ambientais, como a caça de animais silvestres e instalações indevidas, portanto, no período de reposição da fauna aquática, o monitoramento é intensificado nos cursos d'água, nos acessos terrestres. Em locais de difícil acesso, as operações chegam a contar com o apoio aéreo.

O Naturatins mantém a transparência de suas ações, divulgando resultados parciais ao longo do período ou de operações em que ocorrem notificações de crimes ambientais significativos. No final da temporada, o Instituto ressalva o compromisso com a população e apresenta o balanço das apreensões; das interdições dos transportes de pescados, que também ficam suspensos e das multas aplicadas.

Pesca legal

No site do Naturatins, do lado direito da tela, o pescador tem acesso online aos procedimentos para obtenção da Licença para Pesca Amadora, cópia da legislação e da Tabela com limites dos tamanhos mínimos de pescado, ainda que para o consumo. É importante que o pescador saiba o que é permitido ou proibido e o que caracteriza ação predatória, mesmo após o encerramento da piracema.

Denúncias anônimas de crimes ambientais podem ser realizadas de forma gratuita, via online no link do Linha Verde disponível no site do Naturatins ou pelo telefone 0800 63 1155.

03 كانون2 2018

Campanha ocorreu entre os dias 1º de novembro e 10 de dezembro e mais de 3,7 milhões de bovídeos receberam a dose da vacina Fabíola Dias/Governo do Tocantins
O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), divulgou na segunda-feira, 2, o resultado da segunda etapa de vacinação contra febre aftosa. Os dados comprovam que o índice vacinal atingiu 99,44% do rebanho de bovídeos (bovinos e bubalinos) com até 24 meses de idade, ou seja, dos 3.740.813 de bovídeos com idade vacinal existente, 3.719.729 receberam a dose da vacina. A campanha ocorreu entre os dias 1º de novembro e 10 de dezembro, incluindo a prorrogação de 10 dias para atender as solicitações dos produtores rurais.

Dos 139 municípios tocantinenses, 56 alcançaram 100% do rebanho. “É uma grande conquista graças à participação massiva dos produtores rurais, comprometimento dos nossos servidores e da conscientização da importância de mantermos o rebanho imunizado e a preservação do status sanitário”, disse a vice-presidente da Adapec, Márcia Helena da Fonseca.

Durante a campanha, foram realizadas 3.229 vacinações com a participação de profissionais da Agência, destas, 852 foram fiscalizadas, 1.586 acompanhadas e 791 oficiais. “São ações que ocorrem em assentamentos e também nas propriedades consideradas inadimplentes na campanha anterior, visando garantir a vacinação do rebanho e o cumprimento das exigências previstas nas legislações estadual e federal”, explicou o responsável pelo Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, Márcio Rezende.

Segundo Márcio Rezende, o restante do rebanho, de 0,56%, que ficou de fora da campanha, receberá a dose vacina. “Temos o controle de todas as fichas cadastrais no sistema, notificaremos os produtores rurais faltosos, quanto às sanções e multas e agendaremos a vacinação dos animais”, esclareceu.

O Tocantins conta com 8.628.986 animais que somados ao rebanho da Ilha do Bananal, de 114.795 animais, chegam a 8.779.822 bovídeos. Os municípios que detém os maiores rebanhos de bovinos do Estado são: Araguaçu com 346.090, Formoso do Araguaia com 243.319, Araguaína com 237.638, Peixe com 200.641, seguido por Arraias com 185.553 animais.

 

03 كانون2 2018

Os produtores agropecuários do Estado do Tocantins, inscritos no Cadastro de Contribuintes do ICMS (CCI), devem entregar a Declaração do Resumo da Movimentação do Rebanho e Inventário de Gado, exercício 2017, até o dia 31 de janeiro. A declaração é anual, obrigatória, deve ser realizada somente pela internet e sua omissão gera penalidades e restrições ao produtor.

O Gerente de Informações Econômico-Fiscais, da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), Mayko Tenório, esclareceu sobre a importância da apresentação da declaração do rebanho. “A partir das informações prestadas pelo produtor, o governo trabalha na elaboração e implementação de políticas públicas para o setor, a fim de fortalecer a pecuária tocantinense”, explicou.

Não haverá prorrogação de prazo para o envio das informações. A não apresentação até a data limite sujeita o contribuinte às penalidades e restrições previstas em lei, como por exemplo, multa no valor de R$ 1.100. A restrição também interrompe, temporariamente, a regularidade cadastral e impede o produtor de ser destinatário de mercadorias ou serviços, emitir nota fiscal avulsa e realizar alterações no cadastro de contribuinte.

Para fazer a declaração é necessário acessar o site www.sefaz.to.gov.br, preencher o formulário online e informar todas as movimentações de entradas, saídas e mudanças ocorridas no rebanho no exercício de 2017. O demonstrativo também deve discriminar todos os animais da propriedade ou de terceiros, inclusive os que estão sob o regime de pasto ou confinamento.ado.

03 كانون2 2018

 

O ato do Governo do Estado que reduziu a alíquota de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações, internas e interestaduais, com gado bovino surtiu o efeito positivo, elevando a arrecadação do imposto. A diminuição do percentual de 7% para 4% garantiu opções de vendas para os produtores do Estado.

A alíquota de 4% deu certo, fez crescer a arrecadação do setor. Nas operações interestaduais tributadas, houve um acréscimo de 339,65% na arrecadação, passando de R$ 1.152.354,96 para R$ 3.914.027,98, e do quantitativo de 7.470 para 31.023 cabeças. A análise observa os números referentes aos períodos de 17/10/a 12/12 dos anos de 2016 e 2017, respectivamente.

Nas operações internas tributadas destinadas a matadouros e frigoríficos de menor porte, o aumento foi de 40,37% na quantidade de cabeças (de 9.749 para 13.685) e de 20,92% na arrecadação que variou de R$ 501.739,00 em 2016 para R$ 606.723,73.

A Lei n° 3.267 de 2017, que editou o novo índice, refletiu a necessidade do produtor e sensibilidade do Governo, que tem sempre a preocupação de identificar os problemas enfrentados pelos segmentos produtivos e providenciar formas para manter o equilíbrio fiscal e estimular o crescimento econômico do Estado.

15 كانون1 2017

 

O volume de exportações de produtos agropecuários brasileiros cresceu 115,2% em novembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O setor foi o principal responsável pela alta de 13,3% das exportações brasileiras no período, segundo dados do Indicador de Comércio Exterior, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

A indústria da transformação teve crescimento de 5,4%, enquanto a alta da indústria extrativa foi de apenas 0,2%.

Entre as categorias de uso dos produtos exportados, a maior alta foi nos bens de consumo duráveis (27,8%). Em seguida, aparecem os bens intermediários, isto é, os insumos do setor produtivo (15,7%). As exportações dos bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos, caíram 10,7%.

O preço dos produtos exportados pelo país caiu 2,6% em novembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O principal responsável por esse movimento foi o recuo de 11% no preço da soja. O preço dos produtos agropecuários caiu 7,6%.

Importações

As importações brasileiras cresceram 20,2% em novembro, mais do que as exportações. A indústria extrativa teve alta de 37% nas importações, enquanto a indústria da transformação cresceu 17,9%. Entre as categorias de uso, a maior alta nas importações foi observada entre os bens de capital (57,8%). Os bens de consumo semiduráveis tiveram avanço de 28,2%.

 

13 كانون1 2017

A Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro), juntamente com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto do Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), promove o “I Dia de Campo sobre a Cultura da Mandioca de Tupiratins”. O evento ocorre nesta quinta-feira, 14, a partir das 8h30, na Fazenda Boa Esperança, município de Tupiratins.

O Dia de Campo é uma das ações referente ao convênio número – 821819/2015 entre, a Secretaria da Agricultura e o Mapa, que trata da Capacitação de Técnicos e produtores de boas práticas de produção, fomento e beneficiamento do arroz, feijão e mandioca o Estado do Tocantins.

Na programação consta apresentação sobre o andamento das Unidades de Referência Técnica (URTs) implantadas no Tocantins, palestras sobre as boas práticas do plantio da mandioca divididas em três estações e, por último será distribuído mudas de manivas aos produtores.

As UTRs fazem parte das ações do projeto de desenvolvimento de difusão de boas práticas nas culturas do feijão, arroz e mandioca no Tocantins. O projeto atua em 34 Unidades de Referência Tecnológica (UTRs) distribuídas nos municípios localizados na região centro-norte do Estado.

Projeto

O projeto de incentivo a produção de mandioca é uma iniciativa integrada ao programa Reniva (Rede de multiplicação e transferência de manivas-semente de mandioca com qualidade genética e fitossanitária). “O trabalho no Tocantins é desenvolvido, em parceria com a Embrapa, Mapa, Ruraltins, entre outros parceiros, no sentido de capacitar técnicos da extensão rural e fornecer um material genético de alta qualidade, para que os produtores utilizem esse material em plantios, aumentando assim a produtividade da mandioca no Estado”, destaca o engenheiro agrônomo da Seagro, Anderson Pereira.

O Reniva possibilita produzir cultivares livres de vírus; disponibilizar manivas de plantas de mandioca para serem multiplicadas em larga escala; validar genótipos de mandioca em diversos ambientes; resgatar variedades tradicionais, entre outros.

São parceiros também no evento, Unitins Agro, a prefeitura municipal de Tupiratins e Produção Integrada (Pi Brasil).

Programação:

Atividades na Fazenda

8h30 – Abertura e fala das autoridades

9h – Apresentação dos resultados na URT – Isaias Gama da Silva Neto (Ruraltins);

9h30 – Projeto Reniva – Dr. Aristóteles Pires de Matos – Embrapa Mandioca e Fruticultura);

Atividade de Campo

9h40 – Estação I: Apresentação Plantio URT – Isaias Gama da Silva Neto (Ruraltins);

10h30 – Estação II: Apresentação dos Resultados da Avaliação do Teor de Amido – Fernando Antônio Teixeira (Seagro) e João Elias Lopes (Ruraltins);

11h – Produção de Mudas Sadias e Multiplicação Rápida – Aristóteles Pires de Matos (Embrapa Mandioca e Fruticultura);

Atividade na sede da Fazenda

11h30 – Regularização Ambiental para Propriedade Rural – Gylhemberg de Andrade (Ruraltins);

12h – Rodadas de perguntas e esclarecimentos;

14h – Distribuição de Manivas e encerramento

 

11 كانون1 2017

 

A Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO) manifesta seu apoio irrestrito ao Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Carnes Bovinas, Suínas, Aves, Peixes e Derivados do Estado do Tocantins (SINDICARNES) que repudiou, em nota divulgada a última sexta-feira, 08/12, a aprovação na Assembleia Legislativa do Tocantins da Lei nº 3.267 16/10/2017, que altera o inciso II do art. 2º da Lei nº 1.173, de autoria do Governo do Estado do Tocantins.

Como representante do segmento industrial, a FIETO endossa a necessidade de uma ação corretiva aos efeitos negativos desta medida, tais como: comprometimento da geração de emprego e renda local, aumento da ociosidade e desigualdade na concorrência com outros estados.

Defendemos, tal qual reforça o Sindicarnes na nota de repúdio, que as políticas públicas e matérias advindas do Governo do Estado do Tocantins e Legislativo objetivem o fortalecimento de toda a cadeia produtiva da carne e dê condições de crescimento, e não de retração, à indústria do Tocantins.

Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO)


Nota de Repúdio SINDICARNES/TO

Palmas (TO), 08 de dezembro de 2017

O Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Carnes Bovinas, Suínas, Aves, Peixes e Derivados do Estado do Tocantins – SINDICARNES vem a público manifestar repúdio à Lei nº 3.267, de 16/10/2017, que altera o inciso II do art. 2º da Lei nº 1.173, de autoria do Governo do Estado do Tocantins e aprovado na Assembleia Legislativa do Tocantins, com validade até o dia 31 de janeiro de 2018, que reduz a alíquota do ICMS de 7% para 4% para venda de gado vivo a outros Estados da Federação.

Em um cenário de recuperação econômica, o poder público precisa criar mecanismos de geração de emprego e renda e, ao produzir e sancionar a lei de redução do ICMS, o Governo do Tocantins trabalha na contramão do crescimento comprometendo toda a cadeia produtiva do Estado, gerando desemprego e deixando as indústrias frigoríficas do Estado com menos poder de competitividade em relação aos mercados interno e externo.

Na prática, o Governo do Tocantins se contrapõe à política de desenvolvimento industrial do Estado e diminui a geração de emprego e renda local. Essa medida, ao invés de restringir a saída do rebanho tocantinense, abriu as portas do Tocantins para a venda a outros Estados, já que o ICMS a 4% (antes era 7%), e nossa pauta bem abaixo da pauta dos Estados é um forte atrativo para a busca de gado para reposição de criadores, o que representa um desequilíbrio na composição de nosso rebanho futuro, e um perigo para a sobrevivência das indústrias locais, podendo ocasionar o fechamento de plantas frigoríficas no Estado e promover o desemprego de milhares de pessoas.

As indústrias frigoríficas do Tocantins têm hoje uma capacidade instalada de abate de dois milhões (2.000.000) de cabeças/ano, porém já trabalha com ociosidade superior a 50%. Nos últimos três anos temos registrado quedas seguidas no número abate. Em 2014 foram abatidos pouco mais de um milhão de cabeças (1.000.000), em 2015 em torno de novecentas e quarenta mil (940.000), em 2016 aproximadamente novecentos mil (900.000) e, em 2017, deveremos atingir somente oitocentos e cinquenta mil (850.000) cabeças.

Entendemos que o processo de industrialização do Estado forçosamente tem que passar por políticas públicas que visem o fortalecimento de toda a cadeia produtiva como um todo e nunca segmentar a cadeia em benefício de setores específicos como esta ação.

Sindicarnes

09 كانون1 2017

Como parte da capacitação que será realizada pela Cooperativa dos Apicultores de Palmas e Associação dos Meliponicultores, o Governo do Tocantins, por meio da Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro), participa, com apoio, do 8º Encontro de Apicultores e 3º Encontro de Meliponicultores de Palmas: Abelhas sem ferrão resgate o oportunidades. Os eventos ocorrerão simultaneamente na próxima segunda-feira, 11 de dezembro a partir das 8h, na sala 09 do Bloco C no Campus da UFT em Palmas.

O tema desta edição debate sobre as alterações ambientais recentes promovidas pelo homem, sobre a preocupação com a preservação das espécies nativas sem ferrão e levanta a questão da possibilidade de ganho financeiro com os produtos oriundos destas abelhas.

A diretora de Políticas para Pecuária da Seagro, Erika Jardim, explica que o evento terá como objetivo principal divulgar o importante papel das abelhas no ambiente e como fonte indireta na produção de alimentos. “O evento também é uma oportunidade a mais para quem quer conhecer melhor sobre a apicultura”, afirma.

O evento tem como público-alvo os criadores de abelhas Apis e abelhas sem ferrão. Mas também pode atender técnicos, servidores, estudantes e outros interessados da comunidade em geral. As inscrições são gratuitas e limitadas, e podem ser realizadas por meio dos números identificados no cartaz de divulgação. Veja a programação completa no cartaz.

Dados da produção de mel

Atualmente são 1500 apicultores, 53 associações, duas Cooperativas e uma Federação. No município de Palmas, mais de 70 já cadastrados. A atividade vem ganhando novos adeptos e aumentando a produção no Estado. Diversos fatores influenciam na produção do mel como o conhecimento, adquirido em forma de capacitação, assistência técnica, cursos e seminários, somados a uma boa alimentação e a boa florada, onde as abelhas retiram o pólen e o néctar para a produção do mel.

 

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